Sem sequer reparar, vejo que passou quase um ano desde o primeiro tijolo.
Como disse aqui, sempre gostei de hortas. Não é de estranhar que todos os dias olhe para a minha horta de brincar e faça um sorriso. Acho graça ver crescer as coisas, não páro de me espantar com as alterações quase diárias.
Quem começou a colocar os tijolos fui eu mas, a bem da verdade, quem continuou a obra foi o pai cá de casa.
Fazer o cimento não é mesmo tarefa fácil! Três fiadas de tijolos e muito cimento. Escoamento, tela e impermeabilizante, material drenante, pintura (a parte que todos gostaram) e terra! Um camião cheio de terra que carregámos os dois para dentro do canteiro...
Depois foi atirar-lhe uns pés de bróculos, alfaces, couve coração, couve roxa.
Já mais tarde lhe juntamos alho francês, mais alfaces, cebolas e outra verdura que tenho de esperar que cresça para ver o que é (pois já não me lembro!)
Para quem sempre viveu dentro de um apartamento (em alguns, nem uma plantinha podia ter), não sei se dá para imaginar o gozo que dá tudo isto.
E vem a chuva e tudo cresce como se fosse o pé de feijão da história de encantar...
Agora tenho de aprender a combater as praga. Mosca branca (e o seu ciclo) é a minha maior preocupação.
Conselhos são sempre muito bem vindos.