8 de abril de 2011

As amostras em tricot

amostras

Uma das coisas que as pessoas se aborrecem mais de fazer no tricot são as amostras.

Por pressa, ansiedade, preguiça ou sensação de perda de tempo ninguém quer passar os primeiros momentos de um projecto a fazer um quadrado de tricot, aparentemente inútil e que ainda por cima desperdiça lã!

Eu sei porque fiz parte deste grupo de pessoas durante muitos anos. No entanto, é mais do que justo afirmar que tudo me começou a correr melhor desde que comecei a fazê-las!

As amostras são de facto importantes para o tricot. Devem ser feitas:
- com a lã do nosso projecto (mesmo que tenhamos a mesma lã mas noutra cor, deveremos fazer a amostra com o fio que vamos utilizar, pois a espessura do fio varia muitas vezes com o tinto que tem);
- com as agulhas que vamos usar (o mesmo nº de agulha mas de diferente tipo - circular, dupla ponta, rectas... - pode dar uma tensão diferente)
- com o(s) ponto(s) que vamos usar - diferentes pontos têm diferentes tensões.

As amostras devem também ter uma dimensão razoável para que possamos perceber a evolução da malha. Com 3 ou 4 carreiras não é possível perceber como todo o trabalho se vai comportar. Devemos fazer uma amostra que nos possibilite fazer uma contagem de quantas malhas e quantas carreiras existem num quadrado de 10 cm * 10 cm. Se a lã que estamos a usar tiver bastante elasticidade, o meu conselho é fazer uma amostra ainda maior.

Além do mais, só experimentando é que vemos realmente se vamos gostar daquilo quie imaginámos, certo?

Afinal de contas um quadradinho não custa assim tanto a fazer e se o nosso trabalho vai correr melhor, porque não fazê-lo?

Outra questão que me fazem muitas vezes é sobre as primeiras malhas do tricot: se as faço ou não? A Joana responde aqui e eu só posso concordar!

4 comentários:

  1. Olá Rosário!
    Eu normalmente faço as amostras apenas até metade da altura e depois desmancho. Assim não desperdiço o fio!
    Bjs

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  2. :) Tens toda a razão e que remédio temos senão fazê-las. Mas lá que me irrita... irrita!

    Bjs

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  3. Bem, eu sou uma daquelas que poucas amostras faço. O que me acontece é que por vezes ao começar o trabalho tenho de o desmanchar pq vejo que não tenho a mesma tensão...
    Mas quando faço amostras (sempre que tenho dúvidas sobre o fio e a tensão) faço como a Manuela!

    Bjs

    Mónica

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  4. O meu nome é Paula Queirós

    Adquiri uma roda de fiar e ainda não consegui fiar como gostaria.
    Pergunto se daria um workshop em Lisboa e se sim, quando é que poderia ser (no início do ano que vem?)quanto custaria e a quantas pessoas no mínimo e máximo poderiam ser. Tenho espaço para dar o workshop.

    Fico a aguardar notícias
    o meu email queirospaula1@gmail.com

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