arquivo

1 de outubro de 2011

29 de setembro de 2011

a meio caminho

a meio caminho

agora que já fiei mais lã já posso tricotar a outra meia.

e que bem que se está na praia agora. aliás, por estas bandas, estes dias são sempre os melhores dias de praia: o vento resguarda-se, as pessoas voltam aos seus trabalhos e o mar, esse continua revolto e frio como só ele sabe ser.

ao sol

28 de setembro de 2011

workshop de acabamentos em tricot



Desta vez vou falar de coisas que a maioria das pessoas evita fazer: costuras e acabamentos.

Será uma sessão de trabalho onde iremos aprender ou praticar:

- diversos tipos de costuras – vertical, horizontal, invisível e reforçada e as suas várias aplicações (costuras laterais, ombros, meias, xailes…)

- como levantar malhas – para decote ou mangas

É necessário fazer algum trabalhinho de casa, até para o trabalho nos render mais. Os inscritos deverão trazer:

- 4 amostras iguais, tricotadas e rematadas em malha jersey (um lado em liga outro lado em meia) com cerca de 10*10cm

- 4 amostras com igual número de malhas tricotadas em jersey e com as malhas vivas (por rematar), nas agulhas ou em alfinete auxiliar

- agulha de coser lã

- lã para coser, de preferência de cor escura e sem pelo

costuras laterais #5

nota: todas as amostras devem ser tricotadas preferencialmente em fio claro e sem pelo.

Workshop Acabamentos em Tricot
Sábado, 8 de Outubro
das 14h às 18h
Retrosaria Gourmet
Rua Fernão Mendes Pinto, loja 5
Infantado Loures
Inscrições e Informações:
retrosariagourmet@hotmail.com

27 de setembro de 2011

hoje reclamei

Perdoem-me pois hoje reclamei. Pedi o Livro de Reclamações numa livraria cheia de pais impacientes, na fila de espera para os (ainda) livros escolares.
A culpa é deste meu feitio impaciente e inconformado, que faz curto-circuito cada vez que lhe querem vender peixe estragado como se fosse a melhor iguaria do momento.
Fui levantar os livros há muito encomendados para a filha do 3º ano do 1º ciclo. Não tão espantada (confesso que já ía à procura de problemas), verifico que os livros de língua portuguesa não estão em conformidade com o acordo ortográfico. Menciono levemente a questão à funcionária atarefada ao que me responde não fazer ideia (como se fosse aceitável uma funcionária de uma livraria não ter ainda ouvido falar na questão). Insisto, pelo que ela se vê na obrigação de me chamar à atenção para o facto de a minha encomenda não referir expressamente que queria os livros de acordo com o acordo ortográfico… Desculpe? Como? Minha senhora – digo eu num suspiro profundo – encomendei os livros escolares para a minha filha do terceiro ano e os livros de língua portuguesa não estão em conformidade com aquilo que a professora pretende ensinar, pode trocá-los por favor? Encomendei há um mês os livros para este ano lectivo; parti do princípio que me venderiam os livros com o acordo ortográfico em vigor e não o que foi acordado no tempo das nossas avós! Não. - foi a resposta.
Veio a responsável pela secção (uma senhora que já fazia ideia do que eu falava) e mostrou-me o e-mail da editora. Segundo a Resolução do Conselho de Ministros nº 8/2011 de 25 de Janeiro de 2011, as editoras não são obrigadas a fornecer os livros de língua portuguesa do 3º ano (atenção pois isto é diferente para os vários anos e até diferentes disciplinas) impressas de acordo com o AO.
Ou seja: amanhe-se o encarregado de educação, o professor e o aluno! A pobre editora é que não pode ficar no prejuízo. O professor terá de dizer aos seus alunos que está escrito nos livros mas não é bem assim… é mais ou menos; os alunos terão de acreditar no professor e duvidar do compêndio e os pais terão, claro, de pagar por um artigo defeituoso.
A culpa não é da livraria? Talvez não, mas a reclamação ficou lá na mesma. Agora vou ali reclamar com a editora e de seguida com o Ministério.
“A língua portuguesa é um elemento essencial do património cultural português.” Assim começa a referida resolução. Pelo menos nisto estamos todos de acordo. Ou não?

26 de setembro de 2011

fiar ou tricotar?

handspun escherzade

para quem adora fazer ambas as coisas às vezes é dificil decidir por qual optar. quando então alguém me pergunta qual a minha preferência eu nunca sei o que responder.

mas bom mesmo é quando podemos tricotar com a lã que fiamos!

começar um modelo desenhado por uma amiga e tricotar a lã que uma outra amiga pintou para eu fiar é mesmo uma sorte!

a Angela, uma menina muito talentosa que conheci no Porto e que já me acompanhou numa aventura, está a começar a desenhar os seus próprios modelos. vale a pena acompanhar o seu blog , os seus trabalhos no ravelry e passar na sua loja.